quinta-feira, 2 de junho de 2011

BIOLOGIA DA CONSTRUÇÃO "Corpo Humano 70% ÁGUA e o Xingú pede vida!!!!




ATRAVÉS DO CIENTISTA JAPONÊS  MASARU EMOTO

             As emoções da água/eletro-magnetismo
                   
O que é o PH da água? 

Somos água, qual o PH adequado para nós?

Vamos entender melhor "QUANTO MAIS ÁCIDO O TERRITÓRIO MAIS VULNERÁVEL FICAMOS"




Os flocos de neve, como se sabe, têm suas "impressões digitais" – nenhum deles é igual aos outros. Cada um é uma coleção de cristais de gelo congelados juntos. Mas a versão dominante da água na Terra, em estado líquido - tanto a de uma nascente quanto a tratada para consumo nas grandes cidades, por exemplo -, parece sempre igual. Será mesmo?

Masaru Emoto a presidente da Sociedade Internacional Hado, do Japão, voltada a investigação das energias sutis da natureza e do homem em sua relação com a consciência humana

O pesquisador japonês Masaru Emoto, especialista em medicinas naturais e estudioso das energias sutis que nos cercam e sua relação com a consciência humana, decidiu investigar o assunto desde as décadas de 80 e 90. As informações que colheu nos dão uma dimensão muito mais rica e complexa do líquido essencial para a vida no planeta, ocupante de cerca de 75% da superfície terrestre é de 65% do corpo humano adulto. Emoto acredita que a água tem mensagens importantes a nos transmitir. Ele assegura que a vibração que envolve pensamentos, palavras e músicas e capaz de mudar a estrutura molecular da água.

Emoto voltou-se para esse tema a partir do contato com o americano Lee Lorenzen, bioquímico formado pela Universidade de Berkeley, na Califórnia, que desenvolveu a chamada "água microparticulada" (ou água de ressonância magnética). Com Lorenzen, Emoto conheceu um aparelho fundamental, que lhe permitiu medir a energia vital (por ele denominada hado): o Analisador de Ressonância Magnética, ou, na sigla em inglês, MRA. Com o MRA, Emoto conseguiu que uma quantidade de água impregnada com as vibrações hado transmitisse essa energia para determinado volume de água microparticulada preparada por Lorenzen. pessoas.

                                                            Água de rios, lagos e pântanos



Emoto flagrou algumas das oposições mais drásticas entre a água ainda imune à poluição e aquela que já sofre com seus efeitos. Um ótimo exemplo é dado pelo rio Fuji: perto da nascente (foto maior, à esquerda), seu cristal tem um magnífico tom de perola; na corrente media, mais poluída (foto à direita, acima) a imagem resultante é feia e caótica; na foz (ultima foto), graças aos efeitos purificadores de peixes e crustáceos que habitam a região, a aparência melhora.

Com a evolução das pesquisas, Emoto interessou-se em documentar essa mudança de alguma maneira. Uma suspeita também o inquietava: será que a água energizada era sempre limpa? No caso de estar suja, não prejudicaria a saúde de quem a ingerisse? Veio-lhe então a idéia de congelar gotículas do líquido e fotografá-las. O resultado, além de surpreendente em termos estéticos, também se mostrou muito elucidativo no que se refere à qualidade da água.

Emoto desenvolveu uma técnica fotográfica específica para suas pesquisas. Inicialmente, ele e sua equipe distribuíram a amostra de água a ser examinada em placas de Petri (caixas de vidro ou plástico usadas em bacteriologia) e colocaram o material num congelador durante duas horas. Depois disso, as placas foram retiradas e os cristais resultantes foram levados ao microscópio para serem fotografados, num ambiente a -5° Celsius. Cada foto mostrava os cristais ampliados entre 200 e 500 vezes.

A partir daí, o pesquisador procurou variar seu objeto de estudo. Empresas e voluntários ajudaram-no a reunir amostras de mananciais, de água de chuva, dos rios, lagos e pântanos, do Japão e do mundo. Outros exemplares vieram dos serviços de fornecimento de água a grandes cidades. Para observar a transformação do líquido sob a influência de pensamentos, palavras, imagens e música, ele utilizou sempre água destilada. Em quatro anos e meio, mais de dez mil fotos foram batidas e armazenadas. Elas constituem a base do livro Mensagens da Água, ainda não publicado no Brasil (sua versão em espanhol foi publicada pela editora La Liebre de Marzo). As imagens obtidas por Emoto são espetaculares. Mas, para ele, elas são bem mais que simples imagens de cristais. São mensagens. A primeira série de fotos compara as cristalizações obtidas com águas puras e aquelas produzidas por águas poluídas, recolhidas no Japão e em vários outros lugares do mundo, As águas mais limpas dão cristais em grande numero, de forma hexagonal, regulares. As águas sujas apresentam dificuldades para se cristalizar, seu descongelamento mostra zonas amorfas, com cristais formados pela metade ou de aspecto tortuoso e "doentio".





Os exemplos mais bonitos de cristais de água provem, previsivelmente, da água corrente não afetada pelas atividades humanas. Entre eles, Emoto destaca alguns ligados à devoção religiosa, como a água da fonte de Lourdes, na Franca (foto à esquerda). O brilho emitido pelos cristais da água encontrada em Hogget Diamond, uma antiga mina de extração de diamantes e opalas para use industrial localizada na Tasmânia, lembra curiosamente o de cristais de diamante.

Claro, pode-se sempre pensar que as partículas em suspensão nessas águas possam alterar os processos de formação de cristais. Mas as séries de fotografias que Emoto nos mostra a seguir são inacreditáveis. Emoto, por exemplo, expõe água destilada a diferentes tipos de música. Embora, nessas experiências, a água-testemunho seja pobre em cristais, quando ela a colocada entre dois alto-falantes que difundem música de relaxamento essa mesma água forma uma miríade de mandalas transparentes. Bach, Mozart e Beethoven dão origem a estruturas nitidamente geométricas; músicas populares em geral dão formas cristalinas mais simples; o rock-and-roll e a música pop fazem surgir violentas explosões, estruturas fragmentadas em seqüências de quadrados ou em ondas, excluindo toda simetria hexagonal.

Emoto não para aí. Ele faz experiências com a água em contato com a palavra escrita, em ideogramas japoneses, ampliados e impressos por computador. Durante uma noite inteira, dois lotes de ampolas permanecem envelopadas, o primeiro lote por uma folha onde esta escrita à palavra "obrigado". No papel que envolve o segundo lote, esta escrito um insulto grosseiro, No dia seguinte, os resultados das fotografias desses dois lotes são impressionantes: no primeiro caso, aparecem os belos cristais hexagonais; no segundo, apenas figuras caóticas, indefinidas!

Emoto afirma que é impossível obter imagens idênticas dos cristais - não se consegue reproduzir a perfeição o mesmo cristal duas vezes. Mas os cristais revelam uma tendência estrutural, chamada trama ou estrutura laminar. Em todos os exemplos coletados, tanto nos que apresentavam belos cristais hexagonais quanto naqueles em que não se notavam cristais, percebia-se uma tendência à formação de uma trama.




Em geral, a água corrente fornecida as populações das grandes cidades japonesas que Emoto e sua equipe avaliaram demonstrou dificuldade em formar cristais hexagonais. Como o pesquisador lembra em seu livro, elas são tratadas quimicamente para serem consideradas potáveis - no Japão, ressalta Emoto, a lei que específica as condições da água potável é especialmente severa. O tratamento pode inibir as doenças, mas a água resultante nunca se cristaliza da forma como o faz na natureza. O pesquisador apresenta também exemplos colhidos em cidades fora do Japão, como Paris, Londres, Nova York, Vancouver (Canadá), Buenos Aires e Manaus. A água das capitais européias teve desempenho semelhante à fornecida na maioria das cidades japonesas; a das cidades das Américas saíram-se bem melhor, mas Emoto assinala que os critérios de desinfecção não são tão exigentes quanto os japoneses. Na foto abaixo, água de Buenos Aires.

A probabilidade maior é a da formação de cristais hexagonais. A não-ocorrência disso - típica da água disponível nas metrópoles ou em água poluída - é um mau sinal, ressalta o pesquisador. Emoto lembra que, como ciência, este ainda é um projeto embrionário. "As imagens dos cristais de água expressam a condição dessa amostra de água, nesse momento particular, desse dia particular", observa em Mensagens da Água. Para elevar a análise a um nível cientifico, avalia, "os cristais devem ser observados diariamente, em diferentes situações, e analisados com a participação de muitas pessoas". Mesmo assim, seu trabalho serve como ponto de partida para uma investigação inovadora, muito mais ampla - e promissora - sobre uma das substâncias-chave da vida neste planeta.



Emoto também colheu amostras da superfície de geleiras para análise. O gelo da Antártida, do qual resultou a foto ao lado, teria, segundo o autor, 370 mil anos - e, para Emoto, é um alívio a forma desse cristal não ser tão diferente da de exemplares encontrados hoje.

E resta sempre a pergunta: se os resultados evidenciados pelas fotografias de Emoto correspondem mesmo à realidade da natureza da água, e se nós mesmos, humanos, temos cerca de 65% de água na constituição de nossos corpos, como reage essa água humana ao entrar em contato com todos os estímulos positivos e negativos, externos e internos, que diariamente nos atingem?





A música afeta decisivamente a água, como mostram as fotos que Emoto fez a partir de amostras de água destilada. Uma série particularmente interessante e beta e a que apresenta amostras dessa água depois de serem expostas a composições destinadas ao relaxamento e a cura dos ouvintes. Outras belas imagens foram obtidas com o use da Sinfonia Pastoral, de Beethoven, das Variações Goldberg, de Bach, de um sutra tibetano e de uma canção da compositora irlandesa Enya. O rock "Heartbreak Hotel", de Elvis Presley, já provocou efeitos diferentes - interpretados por Emoto como "desestruturados" e "como num turbilhão confuso". E o exemplo de heavy metal apresentado na foto ao lado, sem identificação da música empregada, lembra as imagens de águas poluídas.


Masaru Emoto (em japonês: 江本勝 Emoto Masaru?) nasceu em Yokohama, Japão, no dia 22 de Julho de 1943 e é um fotógrafo e autor japonês que executou experiências com a água, submetendo-a ao pensamento humano, mas sem publicações científicas que comprovem suas experiências. Segundo ele, palavras ou pensamentos fazem com que as moléculas de água se comportem de formas diferentes. Essas proposições foram fortemente criticadas como pseudociência. Após submetê-las ao experimento, a determinada temperatura, são tiradas fotografias microscópicas das moléculas da água. Masaru Emoto tem um livro bastante conhecido sobre seus experimentos e ficou famoso ao tê-los divulgados no filme documentário "Quem somos nós".


           Trabalho com Cristais de água e Críticas

Os experimentos de Emoto consistem em expor água a diferentes palavras, imagens ou música, e então congelá-la e examinar a aparência do cristal de água sob um microscópio.

Críticos ressaltaram a falta de controle experimental e condenaram Emoto por não liberar detalhes suficientes à comunidade científica. Ainda, Emoto tem sido criticado por desenvolver seus experimentos de forma que estejam suscetíveis ao erro humano.


No trabalho diário de sua equipe, a criatividade dos fotógrafos em vez do rigor do experimento é uma política explícita de Emoto Emoto admite abertamente que não é um cientista, e que os fotógrafos são instruídos a selecionar as fotografias mais bonitas.


James Randi, fundador do James Randi Educational Foundation e criador do famoso Desafio Paranormal de Um Milhão de Dólares, ofereceu publicamente um milhão de dólares a Emoto caso os seus resultados possam ser reproduzidos em um estudo duplo-cego para Crianças


Por: Masaru Emoto


Mensagem das Águas para Crianças é um livro ideal para presentear seus filhos, alunos ou instituições na sua comunidade. Um livro com lindas ilustrações e uma estória empolgante que ensinará o público infanto-juvenil um tema super importante como a preservação das águas e da natureza. A estória é baseada nas descobertas recentes de um cientista japonês o Dr.Masaru Emoto que contou inclusive com o patrocínio da ONU para divulgar este trabalho em diversos países. Agora também no Brasil, pode ser um excelente material para você ou sua empresa patrocinar e ajudar a construir um mundo melhor




Consultoria/Projetos 
Arquitetura & Biologia da Construção
"Princípios da arquitetura saudável e biológica em projetos"

Welton Santos
arquiteto e geobiologo
São Paulo - SP - Brasil





terça-feira, 3 de maio de 2011

BIOLOGIA DA CONSTRUÇÃO "Magnetismo na Arquitetura"

    
            

Magnetismo na Arquitetura afeta a Saúde do Ser Humano?


Os objetos se comunicam? 

O que é frequência?



Somos formados por átomos Prótons, Nêutrons e Elétrons, uma pequena energia magnética que os une, quando ela entra em confronto com magnetismo Externo Natural (energias de Piso e Cósmicas), Artificial (Antenas Parabólicas, Celulares, Transmissores, Transformadores, Cabos de alta tensão, tomadas em ambientes, eletro-eletrônicos etc.) nosso organismo fica ainda mais desequilibrado magneticamente, com isso nossa freqüência fica muito prejudicada (Bio-magnetismo ou Metabolismo), e para completar um pouco mais nossa deficiência se completa com nossa alimentação industrializada, Vestuários sintéticos, seria onde nosso organismo poderia se restabelecer, no caso toda nossa composição orgânica magnética esta na totalidade prejudicada, nas evoluções do Mundo Moderno, que responde tal aceleração nas anomalias, infortúnios repentinos, mau convívio social, doenças constantes e em mutação, em nosso organismo ou podemos dizer todos os organismos vivos são afetados, proporcionando todos esses transtornos mundiais.


- Conhecer Antes e antes da Construção o Habitat.

- Detectar locais Salubres e Insalubres.


- Escolher Materiais Construtivos e utensílios adequados.


- Implementar práticas e materiais de manutenção e limpeza .

- Sua saúde esta em cada cômodo da Casa/Trabalho.

- Eletro-Magnetismo(terrestre/cósmico/artificial)

Podem causar: 
Depressão, Dores de Cabeça, Distúrbios do Sono, Brigas/Discussões, Obstrução a Prosperidade, Organismos Não absorvem Vitaminas, Nervosismo, Bloqueio Criativo, Estagnação e Dificuldade Profissional, Stress, Dificuldade de Concentração, Depósito de Cálcio no Sistema Circulatório Retenção de Líquidos.



O Planeta tem manchas de energia da Terra, ninguém escapa? Em alguns lugares com mais e outro com menos. Mapeamento do "local e entorno". Após o trabalho aplicado o resultado já é imediato tudo muda drasticamente, "Invertem as causas citadas acima", melhorando nossa freqüência corporal “Semelhante atrai semelhante”.

A FUNÇÃO DA MATÉRIA CÓSMICA É TROCAR ENERGIA, trabalhos realizados por você sua energia vai junto com seus trabalhos! 

Já pensou nisso? 

É um pouco de você que esta indo!! Um cartão de visita chamada "energia" o importância de entender o Universo é não colidir com ele, a Arquitetura e Biologia da Construção busca entendo o sistema sem impacto.


Isso talvez possa responder porque nosso metabolismo esteja mudando rapidamente e nosso comportamento também em tudo ,(em nossa casa,  vida social,  a busca na esperança de vida, e ESTAMOS PERDENDO A CONEXÃO COM A NATUREZA  E COM NÓS mesmos,

A NATUREZA QUE TANTO NOS ENSINA!!!




Perfil de nosso dormitório as ondas magnéticas atravessam paredes e contaminam nosso organismo, promovendo muitas doenças de generativas.




A importância dos efeitos nocivos das Redes Cósmicas sobre os seres vivos aumenta com a potencialização se seus efeitos ao se encontrar sobre zonas geopatogênicas, representadas por anomalias no interior da Terra, como água subterrânea em movimento, falhas, fraturas, contatos litológicos, radioatividade, etc. e também as anomalias atmosféricas naturais e as emitidas pelo homem, como: ondas eletromagnéticas e as inúmeras criações domésticas da civilização.


• APLICAÇÕES PRÁTICAS EM ANÁLISES DO SOLO 
- Veios de água.
- Falhas geológicas.
- Bio química do solo.
- Zona de maior ou menor condutividade.
- Elementos poluentes nos solos e nas linhas de água.
- Poluentes da atmosfera local.





Projetos e Consultoria
Arquitetura e Biologia da Construção
"Princípios da arquitetura saudável e biológica em projetos"

Welton Santos
arquiteto, espec em paisagem e biólogo da construção
São Paulo - SP - Brasil



quarta-feira, 27 de abril de 2011

BIOLOGIA DA CONSTRUÇÃO "Conceitos atuais de Arquitetura Saúde"

               

        Alguns conceitos atuais de Arquitetura

Hoje nos vemos cercados por vários conceitos ligados ao ambiente construído e à Sustentabilidade, por exemplo: Eco-Arquitetura, Arquitetura inteligente, Bioclimática e Arquitetura Sustentável. Eles surgem da necessidade que o setor tem de atender cada vez mais aos problemas do hábitat atual e contribuir para a cadeia de Sustentabilidade. Por isso, a Arquitetura e a Construção se relacionam cada dia mais com diferentes campos de estudo que privilegiam também aspectos ambientais, sociais, culturais e econômicos. Mas de onde vêm esses conceitos? São sinônimos? Quais suas premissas básicas?

OMS, organização mundial de saúde, reflete que para inúmeras preocupações em arquitetura e construção,  o meio saudável seria o carro chefe para esse momento, muitas doenças que antes não existiam estão se propagando e em maior números e variedades por que!!!! nossa saúde e do planeta fica cada dia mais comprometida, lixões, manaciais poluídos, nossos solos mais áridos, altas temperaturas não muito comuns, realmente um desequilíbrio como um todo e nossa qualidade de vida cada vez mais comprometida.

O foco maior que o arquiteto/biólogo da construção Welton Santos,  propicia à  enovar e trazer "outra visão" de nossa "CASA" se ela esta enferma e como transforma-la em Saudável, se ela já existente ou não, consideramos como nossa "TERCEIRA ROUPA, que nos abriga e protege. 

Entendimento do equilíbrio e o Viver Saudável e gostar de ficar em casa, conviver bem com os entes queridos, etc...

Alguma vez você quando mudou de casa e "sua vida virou ao contrário", tudo começou à dar errado!!, problemas surgiram, emprego ficou ruím,perdeu o emprego, convívio com a família ficou difícil, doenças surgiram, por que isso!!!

 Já entrou em uma casa e sentiu "Mal Estar", algo esquisito?

O que será isso, uma simples casa pode mudar nossa vida?

Será que tem explicação?

 Será algo sobre-natural? 

"Digo que não e sim reações Bio químicas interagindo com nosso corpo" 


A 3000a/c  já se tinha essas preocupações nas habitações, e as pessoas ficavam incomodas com isso, os chineses acreditavam em tais energias ou situações que poderia influenciar nossa "CASA" era reflexo para nossa má qualidade de vida.
Os imperadores acreditavam que quando se entende sobre tais fenômenos podemos ser prósperos e saudáveis.

Antes de qualquer construção se iniciar eram contratados "Adivinhos da Corte" para verificavam o terreno antes de uma futura construção de uma habitação, e constatar se era possível dela ser "Saudável", do contrário seria proibido  tal construção no local. Dentro da habitação era considerado também melhor localização do Rei,  Corte no palácio, seus dormitórios, para que sua Dinástia fosse próspera por muitos anos, e tudo se baseava em uma habitação saudável.

Os anos se passam e na Europa e Oriente continuam com tais verificações quanto a "Insalubridade do local". No ocidente o meio imobiliário em franca expansão passa por cima das análises do solo ou entorno, construídas habitações sobre aterros, pântanos, lugares onde existiam indústrias químicas ou lugares impróprios que as pessoas mal saber o que existi ano local. Esses quesitos podem somar para a "Baixa Qualidade de Vida do Local ou Região".

  O que é Moderno é Saudável?
      Sua saúde tem preço?

Materiais construtivos tóxicos!!! são usados dentro de nossas Habitações e como detecta-los!  prováveis existência contribuem para nossas doenças não explicadas, precisamos rever seus conteúdos, procedências e seus agregados empregados em nossas habitações.



O QUE LHE PARECE?
NOSSOS ANCESTRAIS TINHAM RAZÃO?
O QUE VOCÊ ACHA?


Projetos e Consultoria
Arquitetura e Biologia da Construção
"Princípios da arquitetura saudável e biológica em projetos"

Welton Santos
espec. arquiteto e biólogo da construção
São Paulo - SP - Brasil




  




 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

BIOLOGIA DA CONSTRUÇÃO "A procura do Habitat Saudável"


Habitat Saudável

Desde os primórdios, 10800 A/c muitas civilizações já se preocupavam com a saúde da habitação, a moradia/templos para seus cerimoniais que os ajudavam a se conectar com os DEUSES.


Cogita-se que no período da civilização Atlântida já tinha preocupação com o habitat, sua grande sabedoria era entender as grandes energias do Planeta e do Cósmos,  eram conhecidos também como "Senhor Controladores do Tempo"(Wiccas), dentro dessas energias conseguiam armazena-las e harmoniza-las para uso próprio, sua localização latitude e longitude no Planeta foi muito estudada e bem posicionada, para que se adquiri-se seu potencial máximo em energia.


Outros Povos: Chineses, Nômades, Egípcios e Indianos, herdam tais conhecimentos que até hoje utilização em suas habitações, Qualidade de Vida, Plantações, Criações etc.


O mundo moderno no oriente já esta provido desse conhecimento e chega agora para ocidente para que possam nos equilibrar e harmonizar tais situações vêem a engrandecer nossa qualidade vida da Família , País e consequentemente o Planeta, para que possamos ser mais felizes e saudáveis.





Melhorias Para Mundo Moderno

- Habitat Saudável

- Solo Saudável para Plantações, criações, etc
- Alimentação (não industrializada)
- Menos Eletrodomésticos em nossos Habitats (diminuição do eletromagnetismo em nosso organismo)
- Promovendo a Sustentabilidade e Saúde de nosso Planeta



Projetos e Consultoria
Arquitetura e Biologia da Construção
"Princípios da arquitetura saudável e biológica em projetos"

Welton Santos
espec. arquiteto e biólogo da construção
São Paulo - SP - Brasil


sábado, 26 de março de 2011

BIOLOGIA DA CONSTRUÇÃO "Matéria e Anti-Matéria"

ENERGIA MEMÓRIAS NA MATÉRIA E ANTI-MATÉRIA

                                                               fotografia do sol em 3D



superficie do sol

ENERGIA, memórias do universo, locais sagrados que devemos nos harmonizar, fazemos parte desse complexo mundo matéria e antimateria onde o eixo é yin e yang, a sabedoria cósmica com DNA's e sua  telepátia de aprendizagem e sobrevivência continua se expandindo. (Big Bang)




Este é o detector do RHIC, onde as partículas de anti-hélio-4 foram observadas pela primeira vez.[Imagem: Star Colaboration]



Anti-hélio


Um grupo internacional de cientistas, com participação de brasileiros, criou uma nova forma de antimatéria que é a maior e mais complexa anti-coisa já vista.


Até então, a antimatéria mais complexa e mais pesada já criada era um híbrido de hélio e hidrogênio, um anti-hélio-3, com dois antiprótons e um antinêutron.


Agora foram criados núcleos de anti-hélio verdadeiro, contendo dois antiprótons e dois antinêutrons, ou anti-hélio-4.


O anti-hélio foi detectado no Colisor Relativístico de Íons Pesados (RHIC: Relativistic Heavy Ion Collider), que fica localizado em Upton, no estado de Nova Iorque. O colisor é operado pela Colaboração STAR, que reúne 584 cientistas de 54 instituições de 12 países diferentes

Criação da antimatéria


No ano passado, a equipe STAR anunciou a descoberta do anti-hipertríton, formado por um antipróton, um antinêutron e uma partícula instável chamada anti-lambda. O anti-hipertriton era então antipartícula mais pesada que se conhecia.

Mas os 18 núcleos de anti-hélio-4 observados agora bateram os recordes anteriores.

Anti-partículas têm carga elétrica oposta à das partículas de matéria ordinária - os antinêutrons, que são eletricamente neutros, são compostos de antiquarks que têm carga oposta à dos quarks normais.

As partículas de antimatéria aniquilam-se no contato com a matéria comum, emitindo um flash de raios gama, o que as torna notoriamente difíceis de encontrar e observar.

Mas isto vem mudando rapidamente. No ano passado cientistas conseguiram capturar a antimatéria pela primeira vez e, há poucas semanas, anunciaram o desenvolvimento de uma garrafa capaz de guardar antimatéria.

No RHIC, os cientistas colidem núcleos atômicos pesados, como chumbo e ouro, para formar bolas de fogo microscópicas, onde a energia é tão densa que podem ser criadas muitas novas partículas.


A anti-tabela periódica é também conhecida como Quadro 3-D dos Nuclídeos. [Imagem: RHIC]

Anti-Tabela Periódica
"Eles nos levaram para o próximo elemento da anti-tabela periódica," comentou Frank Close, da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

A Tabela Periódica normal organiza os elementos de acordo com seu número atômico (Z), que determina as propriedades químicas de cada elemento. Os físicos também trabalham com o eixo N, que dá o número de nêutrons no núcleo de cada átomo.

O terceiro eixo representa a estranheza (S), que é zero para toda a matéria que ocorre naturalmente, mas pode ser não-zero no núcleo de estrelas colapsadas.

Os antinúcleos ficam na porção Z e N negativos, e o novo antinúcleo descoberto agora (mostrado em magenta na ilustração) estende a anti-tabela periódica para a região da antimatéria estranha.



Antimatéria sólida
O próximo anti-elemento dessa nascente anti-tabela periódica, o antilítio, poderia, em teoria, formar antimatéria sólida a temperatura ambiente - mas isso será algo muito mais difícil de fazer.

A equipe STAR calcula que o antilítio irá nascer de colisões com menos de um milionésimo da frequência de formação do anti-hélio-4 agora observado.


Na prática, isso o coloca fora do alcance dos colisores de hoje, incluindo o LHC.(laboratório entre Suíça e França)(teste como surgiu o universo, colisão de partículas).



Esconderijo da antimatéria
O cientista acrescenta que a obtenção do anti-hélio "não nos leva mais perto de responder a grande pergunta de por que é que o universo em geral não está repleto de antimatéria."

De fato, as teorias atuais afirmam que matéria e antimatéria foram criadas em quantidades iguais nos primeiros instantes do universo, mas, por razões desconhecidas, a matéria prevaleceu.

Um observatório espacial, chamado Espectrômetro Magnético Alfa, que será levado para a Estação Espacial Internacional em Abril pelo ônibus espacial Endeavour, vai tentar amainar esse problema.

Já se sabe que os antiprótons ocorrem naturalmente em pequenas quantidades entre as partículas de alta energia, os chamados raios cósmicos, que atingem a Terra.

O AMS irá procurar por antipartículas mais pesadas. Mas se o anti-hélio é produzido apenas raramente em colisões, como mostrado agora pelo RHIC, então o AMS não deverá detectar anti-hélios.

Se ele encontrar altos níveis de anti-hélio, isto poderia reforçar a teoria de que a antimatéria não foi destruída no início do universo, mas simplesmente separada em uma parte diferente do espaço, onde não entra em contato com a matéria.



STAR Collaboration 
(Submetido em 16 de março de 2011 (v1), revista pela última vez 22 de março de 2011 (esta versão, v2)

Resumo: colisões de alta energia nuclear criar uma densidade de energia semelhante à do universo microssegundos após o Big Bang, e em ambos os casos, a matéria ea antimatéria são formadas com abundância comparáveis. No entanto, a expansão relativamente curta em colisões nucleares permite antimatéria dissociar rapidamente de assunto, e evitar a aniquilação. Assim, um acelerador de alta energia de núcleos pesados é um meio eficiente de produzir e estudar a antimatéria. A antimatéria núcleo de hélio-4 ($ ^ 4 \ bar {Ele} $), também conhecido como o anti-{\ alpha} ($ \ bar {\ alpha} $), consiste de dois antiprótons e dois antineutrons (baryon número B =- 4). Não foi observado anteriormente, embora a partícula {\ alpha} foi identificado há um século por Rutherford e está presente na radiação cósmica ao nível de 10%. Antimatéria núcleos com B <-1 foram observados apenas como produtos raros de interações em aceleradores de partículas, onde a taxa de produção antinúcleo em colisões de alta energia, diminui em cerca de 1000 com cada antinucleon adicionais. Nós apresentamos a observação da antimatéria núcleo de hélio-4, o mais pesado antinúcleo observados. No total 18 4 $ ^ \ bar {Ele} $ contagens foram detectados no experimento STAR no RHIC em 10 ^ 9 $ $ registradas colisões Au + Au no centro da massa-energia de 200 GeV e 62 GeV por par nucleon-nucleon . O rendimento é compatível com as expectativas dos modelos de nucleossíntese termodinâmica e coalescentes, que tem implicações para além da física nuclear.



A observação da antimatéria núcleo de hélio-4

Autores: Colaboração STAR


Resumo: colisões de alta energia nuclear criar uma densidade de energia semelhante à do universo microssegundos após o Big Bang, e em ambos os casos, a matéria ea antimatéria são formadas com abundância comparáveis. No entanto, a expansão relativamente curta em colisões nucleares permite antimatéria dissociar rapidamente de assunto, e evitar a aniquilação. Assim, um acelerador de alta energia de núcleos pesados é um meio eficiente de produzir e estudar a antimatéria. A antimatéria núcleo de hélio-4 ($ ^ 4 \ bar {Ele} $), também conhecido como o anti-{\ alpha} ($ \ bar {\ alpha} $), consiste de dois antiprótons e dois antineutrons (baryon número B =- 4). Não foi observado anteriormente, embora a partícula {\ alpha} foi identificado há um século por Rutherford e está presente na radiação cósmica ao nível de 10%. Antimatéria núcleos com B <-1 foram observados apenas como produtos raros de interações em aceleradores de partículas, onde a taxa de produção antinúcleo em colisões de alta energia, diminui em cerca de 1000 com cada antinucleon adicionais. Nós apresentamos a observação da antimatéria núcleo de hélio-4, o mais pesado antinúcleo observados. No total 18 4 $ ^ \ bar {Ele} $ contagens foram detectados no experimento STAR no RHIC em 10 ^ 9 $ $ registradas colisões Au + Au no centro da massa-energia de 200 GeV e 62 GeV por par nucleon-nucleon . O rendimento é compatível com as expectativas dos modelos de nucleossíntese termodinâmica e coalescentes, que tem implicações para além da física nuclear



Endeavour levará detector de antimatéria ao espaço



                   O ônibus espacial Endeavour na plataforma de lançamento, em preparação para o seu último voo.[Imagem: NASA]

Despedida
O ônibus espacial Endeavour acaba de ser colocado em sua plataforma de lançamento, em preparação para o seu último voo, programado para o dia 19 de Abril.

No compartimento de carga da Endeavour estão várias peças sobressalentes para a Estação Espacial Internacional, incluindo duas antenas de comunicação na banda S, um tanque de gás de alta pressão, peças de reposição para o robô Dextre e placas de proteção contra micrometeoritos.

Mas a "carga" mais importante é o longamente aguardado Espectrômetro Magnético Alfa, ou AMS (Alpha Magnetic Spectrometer).


Espectrômetro Magnético Alfa
O AMS é um detector de raios cósmicos de US$1,5 bilhão, que só não é uma nave independente porque suas pesquisas precisam dos supercomputadores da Estação Espacial - seria inviável construir uma sonda espacial independente com tamanho poder de processamento.


O AMS é um detector de raios cósmicos de US$1,5 bilhão, que só não é uma nave independente porque suas pesquisas precisam dos supercomputadores da Estação Espacial. [Imagem: MIT]

Além de detectar galáxias distantes formadas inteiramente por antimatéria, o AMS testará a teoria da Matéria Escura, uma substância misteriosa e invisível que compreende 83% de toda a matéria no Universo.


E ele também irá procurar por strangelets, uma forma teórica de matéria que seria ultramaciça por conter os chamados quarks estranhos.

Um melhor entendimento das strangelets irá ajudar os cientistas a estudar microquasares, minúsculos buracos negros primordiais, conforme eles evaporam, o que, por mais estranho que pareça, poderia comprovar que eles de fato existem.

Não é à toa que o AMS é chamado de "LHC do espaço": há muitas descobertas que se espera que este novo laboratório espacial faça - mas há muitas mais que poderão ocorrer, mas que simplesmente não são previstas.

Veja tudo a respeito do AMS na reportagem Vai começar a busca por Galáxias de Antimatéria.



Físicos criam garrafa para guardar antimatéria


As garrafas de antimatéria são formadas por múltiplos compartimentos, chamados células, cujas paredes são formadas não por matéria, mas por campos magnéticos e elétricos.[Imagem: Clifford Surko]

Antimatéria na prática
A antimatéria ficou, durante muito tempo, restrita ao mundo da teoria e da ficção científica.

No campo da ciência, os teóricos continuam desbravando novos caminhos, e já propõem que matéria e antimatéria podem ser criadas do "nada".

Nos últimos anos, contudo, o desenvolvimento de tecnologias experimentais está permitindo manipular diretamente essa "contraparte negativa" da matéria em laboratório.

O ano passado, por exemplo, marcou a descoberta da partícula de antimatéria mais estranha já vista, a demonstração de que pode ser possível construir um laser de raios gama pela aniquilação de matéria e antimatéria e, finalmente, a antimatéria foi capturada pela primeira vez.

Tal sequência de feitos fez com que as pesquisas sobre antimatéria fossem eleitas as mais importantes de 2010.

Produção e armazenamento de antimatéria
Embora os físicos já produzam antimatéria em laboratório de forma rotineira, usando radioisótopos e aceleradores de partículas, resfriar essas antipartículas e armazená-las por qualquer período de tempo é outra história.
Tão logo a antimatéria entra em contato com a matéria ordinária ela é aniquilada, desaparecendo - juntamente com a matéria com a qual ela se chocou - em um clarão de radiação gama.


Agora, Clifford Surko e seus colegas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, relataram seus últimos avanços na construção de uma "garrafa de antimatéria", o maior recipiente de antimatéria já construído.

Durante a reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência, Surko apresentou as novas técnicas capazes de criar estados especiais de antimatéria na forma de grandes nuvens de antipartículas, comprimir essas nuvens e gerar disparos de feixes de antimatéria - ideais para usos em experimentos de laboratório.


Garrafas de antimatéria
Nos últimos anos, os cientistas desenvolveram novas técnicas para armazenar bilhões de pósitrons - o equivalente de antimatéria do elétron - por várias horas e resfriá-los a baixas temperaturas, a fim de retardar seus movimentos para que eles possam ser estudados - criando moléculas de antimatéria, por exemplo.

Surko relatou que agora já é possível retardar os pósitrons gerados por fontes radioativas, levando-os a condições de baixa energia.

Isto permite que eles sejam guardados por dias em "garrafas de antimatéria" especialmente projetadas, cujas paredes são formadas não por matéria, mas por campos magnéticos e elétricos.

Eles também desenvolveram técnicas para resfriar a antimatéria a temperaturas tão baixas quanto as do hélio líquido e para comprimi-la em altas densidades.


Clifford Surko (centro) e seus colegas estão desenvolvendo o maior depósito de antimatéria já construído, que conterá um trilhão ou mais de antipartículas. [Imagem: Kim McDonald/UCSD]


Feixes de antimatéria
"Pode-se, em seguida, empurrar a antimatéria para fora da garrafa em um fluxo fino, um feixe, de forma parecida com apertar um tubo de pasta de dente," disse Surko, acrescentando que há uma grande variedade de usos para esses feixes de pósitrons.

Atualmente, os pósitrons, ou anti-elétrons, são usados em exames de tomografia conhecidos como PET (Positron Emission Tomography: tomografia por emissão de pósitrons).

Na técnica da garrafa de antimatéria, os feixes de pósitrons serão usados de forma diferente.

"Estes raios oferecem novas formas de estudar como as antipartículas interagem ou reagem com a matéria comum," disse Surko. "Eles são muito úteis, por exemplo, na compreensão das propriedades superficiais dos materiais."



Depósito de antimatéria
Surko e seus colegas estão agora construindo o maior depósito de antimatéria do mundo, que irá armazenar pósitron de baixa energia - a armadilha será capaz de armazenar mais de um trilhão de partículas de antimatéria.

"Estamos trabalhando agora para acumular trilhões de pósitrons ou mais, em armadilhas formadas por múltiplas células, uma matriz de garrafas magnéticas semelhantes a um hotel com muitos quartos, com cada quarto contendo dezenas de bilhões de antipartículas," disse ele.

"Um entusiasmante objetivo de longo prazo do nosso trabalho é a criação de armadilhas portáteis de antimatéria," acrescentou Surko. "Isso aumentaria consideravelmente a capacidade de usar e explorar as antipartículas no nosso mundo de matéria, em situações onde é inconveniente usar os radioisótopos ou as fontes de pósitrons baseadas em aceleradores."


Químicos disfarçam hélio de hidrogênio para testar teoria quântica


Por ser muito mais pesado, o múon fica 200 vezes mais perto do núcleo de hélio do que o elétron que ele substituiu, efetivamente anulando a carga positiva de um dos prótons presentes no núcleo do átomo. [Imagem: Adaptado de Nature]

 


Átomo híbrido
O "átomo híbrido" se faz passar por hidrogênio e se comporta quimicamente como hidrogênio, mas tem quatro vezes a massa do hidrogênio normal, autêntico.

Isso vai permitir que os cientistas verifiquem experimentalmente como a massa atômica afeta as reações químicas entre os elementos - algo que a teoria diz que pode ser calculado com as equações da mecânica quântica.

Um átomo de hélio consiste de um núcleo, contendo dois prótons positivamente carregados e dois nêutrons, rodeado por dois elétrons, com carga negativa.

Um átomo de hidrogênio tem apenas um próton e um elétron.

Donald Fleming e seus colegas da Universidade de British Columbia, no Canadá, conseguiram substituir um dos elétrons do átomo de hélio com um múon, uma partícula que é muito mais pesada do que um elétron.


Hidrogênio superpesado
 
Por ser muito mais pesado, o múon fica 200 vezes mais perto do núcleo de hélio do que o elétron que ele substituiu, efetivamente anulando a carga positiva de um dos prótons presentes no núcleo do átomo.

O elétron restante, desta forma, se comporta como se estivesse orbitando um núcleo com apenas um próton, assim como o elétron de um átomo de hidrogênio.

Mas a diferença é substancial: esse núcleo é 4,1 vezes mais pesado do que o normal.

Fleming e seus colegas usaram este "hidrogênio superpesado" para testar os efeitos da massa sobre as taxas com que ocorrem as reações químicas.


Um átomo de hidrogênio individual pode formar uma nova molécula de hidrogênio roubando um dos dois átomos de uma molécula de hidrogênio que já exista.

Mas, para que isso aconteça, deve haver energia suficiente para quebrar a ligação que mantém coesa a molécula já existente, certo?

Não exatamente. Ou, pelo menos, nem sempre.



Tunelamento quântico
Segundo a mecânica quântica, nem sempre é necessário passar por cima dessa barreira de energia: em vez disso, as partículas podem simplesmente "tunelar" através dela.

É aí que o "falso hidrogênio" se torna interessante: a mecânica quântica também diz que, quanto mais pesadas forem as partículas, mais difícil será para tunelar através delas - assim, a reação de troca de pares entre o átomo de hidrogênio solteiro e o par molecular deveria ocorre com muito menos frequência.

E o que poderia ser melhor para testar a mecânica quântica do que a reação de troca do hidrogênio - esta é, a rigor, a reação química mais simples que existe.

Para fazer isso, contudo, os cientistas precisavam de um terceiro hidrogênio, um hidrogênio ultraleve.

Eles conseguiram um substituindo um próton em um átomo de hidrogênio por um antimúon, o equivalente de antimatéria do múon - o átomo resultante chama-se muônio.




Ponto para a mecânica quântica
Os resultados mostraram que a incidência de reações com o hélio disfarçado foi a mais baixa, seguida do hidrogênio normal e, por último, do hidrogênio leve.

As taxas de reação bateram perfeitamente com as previsões teóricas feitas a partir dos cálculos da mecânica quântica.

O mais interessante é que isso era absolutamente inesperado...

Ocorre que a mecânica quântica não tem a pretensão de descrever as reações com tal precisão. Em um mundo de incertezas bizarras, os cálculos quânticos usam uma simplificação, chamada aproximação de Born-Oppenheimer, que supõe que os elétrons adaptam suas trajetórias instantaneamente em resposta a qualquer movimento do núcleo.

Isso é geralmente verdadeiro para os elétrons, que são quase 2.000 vezes mais leves do que os prótons. Mas não necessariamente tal comportamento seria esperado para os múons.

Ou seja, a teoria parece ter-se saído bem melhor do que os próprios cientistas esperavam.

Assim, a forma como qualquer sistema físico se altera ao longo do tempo pode, em teoria, ser prevista a partir dos estados quânticos de suas partículas individuais.

A maioria das reações químicas envolve partículas demais para que seja prático ficar fazendo esses cálculos - mas os cientistas agora sabem que, se houver poder de processamento suficiente e dificuldade de realizar a reação na prática, os cálculos vão dar resultados precisos.

Então, foi "só" fazer os experimentos e comparar os resultados.
Em um verdadeiro feito de alquimia dos tempos modernos, cientistas forçaram átomos de hidrogênio a aceitar um átomo de hélio como se fosse um deles e até mesmo a reagir com ele.



Projetos e Consultoria
Arquitetura e Biologia da Construção
"Princípios da arquitetura saudável e biológica em projetos"

Welton Santos
espec. arquiteto e biólogo da construção
São Paulo - SP - Brasil