terça-feira, 14 de outubro de 2014

HABITAT QUÂNTICO 26 'Inverso do Inverso"



Autor
Welton Santos

Como presenciar o inverso no território, sua evolução é crescente “construtiva” seguimento linear à quem diga  “inverso do inverso”, de onde partimos e para onde vamos.
A compreensão pode exercitada nem que seja utópica, a extremidade é alcançada no pensamento ou ação e referências do macro e micro.

O inverso é compreendido através da ação “Questão Material” acreditamos no que vemos e não ao possível, vamos lá, qualquer que seja uma interrupção mais agressiva da cadeia local será mostrada um caos em todo sistema de vida “animal e vegetal”.

A seca como esta acontecendo em São Paulo/SP Brasil, acata ao desmatamento, aterramento e assoreamento de nascentes, dentro de sistema em que vemos à o inverso manifestando o ajuste natural desde que não continuemos nossas ações.

A ONU para 2015 declara uma ação a “Vida do Solo”, é de se compreender que  é do solo que nos alimentamos do qual sua qualidade esta sendo prejudicada e o planeta já existe 7 bilhões de pessoas 30% passam fome, o que pensar para 2020?

O inverso é perceber, observar e comparar e não porque somente queremos ver!

Geralmente não é o que acontece, o inverso sempre se torna o inverso de si mesmo, “Yin e Yang”, que se complementam, basta em cada local observar com estratégia que o espaço tem vida e devolve a vida, aceitando o que ele tem para dar, aprenderemos a conviver e molhar dentro do sistema.
Tribo San "Caçadores e Coletores"

A  “Nova África” dentro de regiões remotas do continente  registra o estilo de vida e a cultura dos povos mais antigos do continente.

Nova áfrica e novo olhar, quem habitat a áfrica? Quem são os africanos? 

Considerados selvagens pelos colonizadores  europeus, foram apelidados de 'bushmen',  o que significa literalmente 'os homens do mato'.

Muito antes da grande expansão Bantu que mudou para sempre a cara da áfrica, Pigmeus e Khoisans habitavam regiões extensas do continente.

“Diz a lenda que, quando foram expulsos dos seus territórios ancestrais, os bosquímanos san colocaram uma maldição nas terras entre os rios Zambeze e Limpopo (atual Zimbabwe). Juraram que outros podiam ali viver, mas nenhum outro iria conseguir controlar a região e não haveria paz”.






Povos muito diferentes entre si, que hoje se refugiam em rincões isolados para poder sobreviver, mas que trazem em sua pele os registros mais antigos da “longa jornada humana” no continente africano.




A migração desenvolveu pela falta de envolvimento com a terra e compreendê-la do contrário  do povo “San” uma das tribos mais antigas do planeta onde a sobrevivência em local hostil possa retirar seu alimento necessário no dia a dia.


Complementando a arquitetura antes de construir uma edificação "verifique o terreno",
ele pode ter surpresas não muito agradáveis e pode prejudicar sua saúde.

Projetos de Arquitetura e Eco-Bioenergia
“Medicina do Habitat e Qualidade de Vida Sustentável”



Welton Santos
arqtº geobiólogo espec. em paisagem urbana e rural.
São Paulo - SP – Brasil