Druidismo
Nas brumas do território que hoje chamamos Portugal, nasceu, como é comprovado pelos seus
monumentos megalíticos, uma prática ancestral de celebrar a comunhão entre a
Terra, o Mar, o Céu através da espiritualidade do homem. Este antigo processo abre-nos a porta para a sabedoria das pequenas coisas que todos possuímos, mas que nos são desconhecidas. Foi aqui nas Terras da Serpente, que os primeiros homens sabedores do amplo Amor à Terra adquiriram o conhecimento mais profundo do Caminho da Vida, participando em todos os ciclos da Mãe Terra.
Os nossos antepassados, acreditavam na
beleza do Mundo, partiram da Terra da Serpente, espalhando-se pelo Continente europeu, construindo monumentos de pedra e alinhamentos, espalhando a Nova do percurso do cerne da Terra. A vida ligada a todas as coisas que pertencem a este grande universo é celebrada pelo respeito e união ao Mundo Universal.
Na chegada do Cristianismo ao nosso território, os Druidas, magos, acolheram e adoptaram-no com grande entusiasmo.
O
Cristianismo Primitivo assemelhava-se à prática ancestral da prática dos Druidas.
Neste contexto, ainda hoje, muitas celebrações cristãs realizadas na nossa comunidade tem origem nestes antigos rituais.
As nossas festas populares e as igrejas construídas sobre antigos focos de celebrações primitivas e em honra da Nossa Senhora, têm um simbolismo muito idêntico às crenças dos nossos antepassados.
Assim sendo, o pilar do nosso território tem provavelmente no cristianismo matriarcal uma base druídica.
Porém, ao longo do tempo o cristianismo evoluiu para um estado mais organizado e
mudou o significado antigo da crença,
criando leis rígidas que regulam a fundamentação do catolicismo.
Hoje o cristianismo é assumido como um dos pilares que caracteriza a nação portuguesa, sendo o druidismo vivido como uma filosofia que completa a religião.
Mandamentos de um druida
1- O amor à Terra, ao Planeta e ao mundo Selvagem
Um druida não mal trata nem mata um animal sem uma causa de sobrevivência.
2- O amor à paz
O druida negoceia a paz e ilumina a corrupção, egoísmo…ignorância.
3- Amor à Beleza, à Arte e favorecendo a criatividade
4- Amor à Justiça
Utilização da justiça restaurativa.
5- Amor aos contos e Mitologias tradicionais;
6- Amor à História e aos Feitos dos Antepassados, conhecendo a nossa identidade genética;
7- Amor às árvores, plantando florestas, protegendo-a e evitar a todo o custo os incêndios (tão tradicionais na nossa cultura de ignorância);
8- Amor aos animais, vendo-os como sagrados e orientadores;
9- Amor às pedras, construindo marcos e sinais;
10- Amor à verdade e à palavra - a palavra é sagrada;
11- Amor ao corpo, respeitando a sexualidade como algo sagrado, aceitação da sexualidade.
12- Amor aos astros e ao universo;
13- Amor ao nosso semelhante, promovendo laços comunitários;
14- Amor à vida, celebrando-a;
15- Amor à Língua portuguesa, respeitando as expressões e os dialectos nacionais, excluindo os estrangeirismos do léxico português.
16- Amor ao património, respeitando todas as manifestações arquitectónicas e tradicionais, promovendo a sua requalificação e preservação;
17- Amor ao clã, construindo laços familiares com outros grupos;
18- Amor a toda a lusofonia, interagindo com os descendentes de Portugal;
19- Amor ao lugar onde nascemos e vivemos;
20- Amor às vidas passadas que influencia a nossa viagem genética;
21- Amor ao tempo;
22- Respeitar os idosos como fonte de conhecimento e as crianças;
Os nossos antepassados espalharam-se pelos
cinco continentes, contribuindo para o casamento entre várias
“raças, fazendo com que haja a chamada ligação de sangue entre os vários países que compõem o mosaico luso-descendente".
Esta ligação genética, muitas vezes escondida, é sempre uma fonte de riqueza do padrão lusitano. Neste mosaico estão os povos de África, judeus safaritas espalhados pelos continente americano, ameríndios do Brasil, USA e Canadá, Índia, Austrália e Novazelândia (Oceânia), Indonésia, Japão, China, Galiza e Europa atlântica
Como interagir solo, casa, pessoa e o cosmos
Com somos provenientes de matéria cósmica e somos também energia, então tudo é energia, sendo energia tudo vibra ou se comunica, isso é conhecido nos dias de hoje de Internet ou "telepátia dos DNA'S", como somos materia cósmica dentro do cosmos tudo depende de tudo, até em comunicação e interação de vivência.
A internet no solo, habitações e pessoas, como tudo é energia, tudo vibra........, em diferentes frequencias (+) ou (-) , quando existe um desiquilibrio de energia elas se atritam e repelem ou baixa sua frequencia para se igualar, essa energia sendo reduzida ela cria um desequilibrio na estrutura molecular das células (ou cosmica) também.
Corforme a frequencia do solo (+) ou (-), tudo acima dele fica em concordancia (+) ou (-). Somam-se a frequencia da casa ou tudo que ela absorvveu como energia desde sua construção, a probabilidade será (+) ou (-) e concluíndo com a frequencia da pessoa (+) ou (-), ( será atmosfera de convivência saudável ou não)
Frequencia (+) é a melhor frequencia, o processo molecular fica em equilibrio, portanto não fica vulnerável, mantem condições de regenerar sua estrutura molecular tornado-a sempre saudável dentro do próprio meio.
"ESTE ESTUDO É CONHECIDO "INTERNET BIOLOGIA DO CÓSMOS"
A Hipercomunicação do DNA
A “Internet Viva” dentro de nós.
por Baerbel Mohr
O DNA humano é uma Internet biológica e superior em contraste com a artificial em muitos aspectos.
As últimas pesquisas científicas na Rússia explicam direta, ou indiretamente, o fenômeno como por exemplo a clarividência, a intuição, os atos de cura espontâneos ou à distancia, a auto-cura, as técnicas de afirmação, a luz de auras extraordinárias em volta das pessoas (especialmente de mestres espirituais) , influência da mente nos padrões do clima e muito mais. Além disto, há evidência de um tipo de medicina totalmente novo no qual o DNA pode ser influenciado e reprogramado por palavras e freqüências SEM remover e sem substituir um único gene.
Somente 10% de nosso DNA estão sendo usados para formar proteínas. É este subconjunto do DNA que é do interesse dos pesquisadores ocidentais e está sendo examinado e categorizado.
Os outros 90% do DNA são considerados “DNA lixo”.
Internet precisa imitar natureza para acompanhar super crescimento
A internet precisa de uma revisão geral.
A opinião é do prof. Antonio Liotta, da Universidade de Tecnologia de Eindhoven, na Holanda.
Liotta acredita que a solução
reside nas redes inteligentes capazes de aprendizagem, inspiradas em parte
pela natureza,
o que inclui as formigas, as abelhas e o cérebro humano.
Solução natural
O tráfego de dados na Internet cresceu por um
fator de 15.000 nos últimos 15 anos.
Mas, ao longo desse mesmo período, não houve nenhuma atualização
significativa da própria internet: os pacotes de dados ainda são transportados do mesmo jeito, seguindo fórmulas que, segundo Liotta, dificilmente poderiam ser
chamadas de inteligentes.
Mas isso
precisa mudar rapidamente, diz ele,
porque o crescimento da internet será ainda maior no futuro próximo por causa de tendências como a emergência dos vídeos em HD, da computação em nuvem e da "Internet das Coisas".
Internet da Coisas
Ao longo dos quinze anos estudados por Liotta, o número de usuários da internet passou de 36 milhões para 2 bilhões.
Como a população da Terra se aproxima dos
7 bilhões de pessoas, isso significaria uma queda na taxa de crescimento futuro da internet?
Não, simplesmente porque a grande horda de futuros novos usuários da internet
não consistirá de pessoas, mas de coisas.
Equipamentos e sistemas serão cada vez mais conectados. E os PCs e smartphones de hoje em breve serão seguidos pelos carros, geladeiras, termostatos, sensores médicos, sistemas de segurança e até mesmo brinquedos, para citar apenas alguns
Tráfego nas nuvens
Isto virá se somar a todo o tráfego extra de dados causado pelo aumento do uso de
streamings de vídeo de alta qualidade - sem contar o aumento do número de usuários que passam a postar vídeos, devidamente munidos de suas câmeras HD.
Há também a tendência para a nuvem de computação:
pessoas e empresas não mais comprarão hardwares e softwares caros, eles usarão sistemas de terceiros aos quais estarão conectados pela internet.
Apenas um exemplo disto são todas as ferramentas oferecidas pelo Google. Como resultado, o tráfego de dados que anteriormente esteve restrito aos muros de sua casa ou escritório será cada vez mais transportado através da internet.
Aplicações futuras
Mas até agora só falamos sobre fatores de crescimento de coisas que já conhecemos, adverte Liotta.
Quem saberia falar sobre as novas aplicações que ainda estão por surgir, trazendo com elas um tráfego de dados ainda maior? - apenas como lembrete:
há 7 anos, o
YouTube não existia.
Mais complexo que o cérebro humano
Para o pesquisador, a internet já é atualmente muito mais complexa do que o cérebro humano. Mas o protocolo que ela usa é muito mais simplório.
Por exemplo, todos os
pacotes de dados na internet são tratados da mesma forma:
um streaming de vídeo têm exatamente a mesma prioridade que um e-mail.
E, enquanto não importa muito se um e-mail levar
um minuto para
chegar ao seu destino, uma diferença de menos de um segundo em um fluxo de vídeo é suficiente para causar irritação.
Um problema adicional é que o transporte de dados está longe de ser perfeito: atualmente,
1 em cada 10 pacotes de dados
nunca chega ao seu destino, e tem de ser
reenviado.
Redes cognitivas
Então as coisas têm que mudar. Mas como?
Liotta acredita que a solução está nas "redes cognitivas" redes inteligentes, capazes de aprendizagem.
Uma das coisas das quais ele tira sua inspiração é o conhecimento sobre as
redes biológicas e neurais, que são o resultado de milhões de anos de evolução.
Por exemplo, um fator comum entre as redes evoluídas naturalmente é a utilização de percursos curtos, para que os dados não precisem passar por mais do que um punhado de nós para chegar ao seu destino.
Formigas
Pode-se recorrer a diferentes domínios do conhecimento para criar melhores protocolos de rede. A auto-regulação, ou
"redes autonômicas" é uma delas.
Um bom exemplo é o sistema
nervoso autônomo humano, que
controla as funções fisiológicas inconscientes, sem necessidade de qualquer intervenção consciente - a respiração e os batimentos cardíacos, por exemplo.
Outra fonte é a
"aprendizagem de máquina", em que os sistemas são programados de tal forma que eles aprendem a desempenhar melhor as suas funções através de
tentativa e erro.
Outra área na qual as soluções podem ser encontradas é nas
redes biologicamente inspiradas.
Como a natureza organiza as redes? Um exemplo é a maneira pela qual as abelhas e formigas são capazes de navegar. E a maneira pela qual todos os vagalumes entram em sincronia, acendendo ao mesmo tempo. Estes também são exemplos de estruturas de rede.
"Queremos enfatizar o fato de que os melhores resultados são obtidos quando se pensa 'quanticamente' não apenas na escala das conexões, mas também numa perspectiva global da rede."
Welton Santos
arq. perito geobiólogo